Simpósio em Taió debate a importância da educação inclusiva para autistas - Dr Vicente Caropreso
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Simpósio em Taió debate a importância da educação inclusiva para autistas

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Simpósio em Taió debate a importância da educação inclusiva para autistas

Com mais de 400 participantes, a Comissão dos Direitos da Pessoa com Deficência  da Alesc  realizou em Taió, nesta quinta-feira (5), o primeiro simpósio sobre educação inclusiva realizado no município, sob o tema da construção de caminhos para a inclusão social de autistas e seus familiares.

A iniciativa é do presidente da Comissão, deputado Dr. Vicente Caropreso  , em parceria com a Prefeitura de Taió. O objetivo é fortalecer políticas públicas e capacitar a comunidade escolar para uma educação inclusiva. “Não adianta o aluno com necessidade especial ter apenas um acompanhante em sala de aula, mas uma pessoa preparada”, diz o parlamentar.

O simpósio trabalhou a troca de experiências para ampliar conhecimentos e consolidar uma rede de apoio entre escola, família e comunidade, fortalecendo a construção de uma sociedade acessível e inclusiva. O evento aconteceu no Clube de Caça e Tiro XV de Novembro, reunindo educadores, gestores, estudantes, famílias e profissionais da área para debater estratégias práticas voltadas à inclusão no ambiente escolar e social.

“Mais do que discutir conceitos, apresentamos caminhos concretos para que a inclusão aconteça no dia a dia das escolas e também nas famílias. A educação inclusiva é um direito e um compromisso da sociedade”, destaca Dr. Vicente.

Palestras de amplo interesse

No período matinal, o assistente social e pedagogo David Crispim abordou a necessidade de quebra de paradigmas para assegurar a inclusão social de autistas.

Em seguida, Luciana Brites, do Instituto NeuroSaber, fez palestra sobre estratégias e práticas para promover uma educação para todos, trazendo ferramentas aplicáveis à realidade escolar. “Quem trabalha com o olhar da inclusão faz tudo para ensinar a todos os alunos”, ela explica. “Será mais atuante e terá resultados mais positivos no processo de aprendizado”.

No período da tarde, a pedagoga da Fundação Catarinense de Educação Especial (FCEE), Maria Lozano, abordou a importância das redes de inclusão por meio de práticas curriculares no ambiente escolar, com foco em ações pedagógicas alinhadas à realidade catarinense.

No encerramento do simpósio, o professor Guilherme de Almeida Prazeres, presidente da Associação Nacional para Inclusão da Pessoa Autista, fez palestra reforçando o compromisso coletivo com a inclusão.

Guilherme, que é autista, alertou para o problema da falta de formação de professores e elogiou o trabalho da Assembleia Legislativa. “Viajo de norte a sul do Brasil e a Alesc é pioneira na qualificação em todo o estado, peoporcionando condições intectuais, afetivas e profissionais aos docentes.”

Entre os desafios em sala de aula, ele falou em como lidar com as crises em crianças autistas. “Levamos aos profissionais de Taió o Protocolo de Prevenção de Crises, assim como os procedimentos para evitar situações de violência.”

O palestrante informou que tomou conhecimento do diagnóstico do TEA entre 36 e 37 anos, e atualmente está com 43 anos. “O diagnóstico é o ponto de partida, um meio para a compreeensão da estrutura de inclusão da criança, cada qual com sua particularidade, assim como o adulto, na escola, no trabalho ou na universidade.”

 

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