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“Não há espaço para brincar com a realidade e nem fazer disputa eleitoreira”, afirma Dr. Vicente

O deputado estadual Dr. Vicente Caropreso (PSDB) avalia como inoportuna e sem validade a proposta que tramita na Assembleia Legislativa que visa sustar o decreto de calamidade pública que criou medidas de isolamento social em Santa Catarina. “O Legislativo não pode cair na irresponsabilidade de negar a grave situação que vivemos diante da pandemia do Coronavírus, nem criar ruídos e desinformação. Além disso, o governo já deu início à retomada gradual das atividades econômicas que estavam suspensas, sendo que o comércio em geral será liberado já na próxima segunda-feira. Ou seja, o projeto é inócuo. Não há espaço para brincar com a realidade e nem fazer disputa eleitoreira. É preciso responsabilidade com a vida das pessoas e com o futuro do Estado”.
Retomada da economia

O deputado destaca a importância da retomada do comércio feita com planejamento e equilíbrio para viabilizar a convivência segura com o vírus patógeno do Covid-19. “O governo apertou na área da saúde, na hora certa, sabendo do desgaste inevitável político e financeiro, para dar segurança às pessoas e para que o Estado pudesse se adequar a uma realidade que possivelmente será pior à frente. Agiu sob a ótica do Ministério da Saúde e da OMS. Agora é monitorar com firmeza, com a abertura do comércio e de todas as atividades, mas sempre priorizando a vida das pessoas. Essa sim não tem preço e merece todo tipo de sacrifício”, argumentou.

O projeto de sustação do decreto de calamidade pública, de autoria do deputado Jessé de Lopes, foi aprovado na Comissão de Constituição e Justiça na terça-feira (7) e segue tramitando.
Convocação do Secretário da Saúde

Na próxima semana, na terça-feira (14), o secretário do Estado da Saúde, Helton Zeferino, será ouvido pelos deputados estaduais. O vice-presidente da Comissão de Saúde, deputado Dr. Vicente Caropreso, avalia que a audição será fundamental para compartilhar as informações sobre os esforços do Estado no enfrentamento ao Coronavírus. Ele cita como exemplo o objetivo do Estado de ter em funcionamento 2,5 mil leitos de UTI até maio. “Queremos informação de como se dará esse crescimento dos leitos e em que fase está; qual a situação financeira da pasta; os contratos que estão sendo executados; o reforço aos hospitais filantrópicos e as medidas e protocolos para garantir a segurança e estabilidade dos trabalhadores da saúde”.

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