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Câncer de pele: Dr. Vicente defende mais estrutura para diagóstico precoce

A Comissão de Saúde da Assembleia legislativa discutiu esta semana a incidência de casos de câncer de pele do tipo melanoma na população catarinense. O deputado Dr. Vicente destacou a necessidade do diagnóstico precoce e de o governo estadual realizar mais campanhas de orientação e de estímulo ao uso do protetor solar. Também destacou a necessidade de ampliar o serviço de teledermatologia para o diagnóstico precoce da doença.

O parlamentar, que foi secretário de Estado da Saúde, atestou que esse serviço é um dos que melhor funcionam em Santa Catarina. “Mas a saúde precisa estar estruturada dentro dos municípios para que o diagnóstico funcione. Quanto mais cidades se inserirem no projeto, antes serão feitos os diagnósticos”, frisou. O parlamentar acrescentou que os agricultores são um grupo bastante vulnerável a esse tipo de câncer no estado e que o custo do protetor solar é uma dificuldade para várias pessoas. 

Em 2017, quando Dr. Vicente estava à frente da pasta da Saúde, o Ministério da Saúde apontou que o serviço de teledermatologia de Santa Catarina deveria ser modelo a ser implantado nacionalmente.

O diagnóstico precoce possibilita 90% de chance de cura do melanoma. 

Mês de conscientização do melanoma

Maio é o mês de conscientização sobre o melanoma, considerado o mais agressivo câncer de pele. A alteração tem origem nos melanócitos, células produtoras de melanina, a substância que determina a cor da pele. Aparece em forma de manchas em qualquer parte do corpo e tem alta taxa de mortalidade em função da probabilidade de causar metástase. 

A região Sul é a que tem maior incidência de melanoma no Brasil, sendo um tipo de  câncer com alta incidência em Santa Catarina e  com registro de mortalidade muito alta, conforme dados do dados do Atlas de Mortalidade por Câncer (Inca).

Sol como inimigo

O Sul do Brasil é o local em que mais há melanoma justamente pela cor da pele e pela genética europeia, bem como pela alta radiação dos raios solares UVA e UVB. O principal fator de risco é a exposição solar durante a infância e a adolescência.

Além dos parlamentares, participou da reunião a especialista em Oncologia Clínica do Cepon, Lucilda Cerqueira Lima, a representante da Associação Brasileira de Portadores de Câncer (Amucc), Maria Conceição dos Santos, e a dermatologista Karen Scherer Bastos, da Secretaria de Estado da Saúde.

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