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Na tribuna, Dr. Vicente cobras obras de recuperação de rodovias que estão atrasadas

Ele citou os exemplos da SC-108, com tráfego interrompido há 8 meses, e da SC-135, com trechos intrafegáveis

O deputado estadual Dr. Vicente Caropreso ocupou a tribuna da Assembleia Legislativa nesta quinta-feira (24) para cobrar definições do governo do Estado sobre obras de recuperação de rodovias estaduais que estão paralisadas ou sequer tiveram início. “São rodovias que estão em situação de intrafegabilidade, onde nem operação tapa-buraco ajuda”, frisou.

Ele deu como exemplo as rodovias SC-108, entre Guaramirim e Massaranduba, e a SC-135, que liga Porto União a Caçador. Nós dois casos as obras seguem paradas ou em lentidão. “Sofremos vendo essa dificuldade e a lentidão nos deixa apreensivos, por isso seguimos pressionando e acompanhando de perto”.

Na SC-135, o deputado denunciou que o trecho da rodovia que passa por Matos Costa não tem condições de tráfego e que a empresa que venceu a licitação para recuperar a rodovia está em dificuldades financeiras. “Estivemos na Secretaria de Infraestrutura. Foi entregue uma carta para que essa empresa desista e seja feita uma contratação sem licitação, para que essa obra seja resolvida o quanto antes e as obras de fato aconteçam.”

Quanto à SC-108, entre Guaramirim e Massaranduba, a queda de uma barreira impede o tráfego desde o dia 18 de fevereiro. “Procurei o secretário de Defesa Civil para saber como está a obra de recuperação do trecho interditado. Houve algum avanço com a boa condição meteorológica, mas não há previsão para conclusão. É injustificável tanto atraso, que está trazendo prejuízos financeiros que não dá pra mensurar. Sem contar os custos para as prefeituras de Guaramirim e de Jaraguá do Sul em decorrência do trânsito pesado nas ruas urbanas dos municípios, que estão sendo usadas para desviar do trecho interrompido na SC-108”, explicou Caropreso.

“Infelizmente se chegou nessa situação, nesse teatro da imprevisibilidade, da enrolação, da embromação, e quem sofre são as pessoas, são as empresas de transporte que arcam com prejuízos e as finanças do Estado”, desabafou o deputado tucano.

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