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Dia da Imprensa: Dr. Vicente destaca importância do jornalismo e critica ataques à categoria

O deputado estadual Dr. Vicente Caropreso (PSDB) ocupou a tribuna da Assembleia Legislativa nesta terça-feira, 1º, para destacar a passagem do Dia da Imprensa. O parlamentar defendeu o trabalho dos jornalistas para garantir o acesso à informação pela população. Ele também criticou os ataques a profissionais de comunicação e condenou a prática de disseminação de informações falsas, as fake news, nas redes sociais.

“Quero deixar aqui a minha saudação e minha solidariedade aos jornalistas, radialistas, repórteres fotográficos e demais profissionais que atuam em veículos de comunicação ou de forma independente, trabalhando com responsabilidade, ética e com compromisso com a verdade. Infelizmente, vivemos tempos difíceis, de polarização dura. É crescente e lamentável o ataque a jornalistas no desenvolver do seu ofício”.

O deputado lamentou que grande parte dos ataques a imprensa estejam sendo motivados e estimulados por ocupante de cargo eletivo. “Autoridades eleitas democraticamente, pessoas Brasil afora que usam os holofotes do cargo para instigar ódio a jornalistas pelo simples fato de noticiarem fatos que desagradam. Isso não é republicano. Isso é censura! É violência. A imprensa livre é peça fundamental para a democracia e para o processo de deliberação, do debate público e de fiscalização do Estado”.

Fake News
Dr. Vicente defendeu legislação mais dura para coibir a propagação de notícias falsas. “Infelizmente, as mídias digitais viraram campo fértil para a praga da difamação. Gente travestida de “imprensa” que se oculta no submundo das redes sociais, da internet paralela, para atacar biografias e informação falsa. Fake news contra a vacina, contra as medidas sanitárias para evitar a Covid-19 se esparramam como vírus pelo Whatsapp e já provocaram muita dor e mortes por esse país afora”.

História
No dia 1º de junho de 1808 circulou pela primeira vez no país o jornal Correio Braziliense, jornal independente editado por Hipólito José da Costa, brasileiro que estava exilado em Londres.

Na época, o único jornal com permissão de circular no Brasil era a Gazeta do Rio de Janeiro, órgão oficial da Coroa Portuguesa – que somente publicava aquilo que Portugal queria.

O Correio Braziliense era trazido ao Brasil e lido secretamente pela população. Foi a primeira publicação a fazer oposição, criticando os erros e a corrupção da Corte Portuguesa. “É um exemplo histórico do papel da imprensa como instituição independente do poder governamental”, afirmou Dr. Vicente.

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